11 maio 2013

prisão domiciliaria

precisamos sair, arrancar as cortinas velhas e deixar entrar ar novo, o sol brilha la fora. não o quero ver? queremos! mas enquanto não largares o que te prende não tens mãos para abrir janelas e portas por mais eus que sejas e mãos que tenhas. larga tudo e deita abaixo as paredes que te rodeiam, há tanto para ver, tanto para respirar, cheiros e sons para descobrir, e estamos todos no escuro por ti, por memorias de um futuro inexistente