o sol já entra novamente, aquecendo enquanto ilumina. mas não acorda ninguém, sinto-me a falar para o vazio quando nenhum responde. inanimados, estes eus espalhados por mim, fragmentos de um todo, inertes e fora da engrenagem natural. a manobrar sozinho, em espécie de malabarismo descoordenado, até consigo por isto a andar. mas não é a alegria normal do barulho de um motor afinado. o sol ajuda, mas sem a combustão a festa não começa